O varejo precisa estar onde seu consumidor está! O segundo dia de Latam Retail Show teve muitos temas voltados para o consumidor. Aqui você acompanha as impressões de Jheyson Dareli, Renata Mateus e Caroline Bueno sobre tudo que acontece no maior evento de varejo da América Latina:

Além dele ser único e objeto central de cada negócio, todos os caminhos devem levar até o consumidor. Isso é, todos os pontos de contato com o consumidor não trazem ele até a empresa. A empresa deve chegar no momento que ele quer, como e onde escolher.

Essa grande mudança de hábitos faz com que toda a cadeia se ajuste. O consumidor está disposto a experimentar o novo, desde que esteja dentro dos seus valores.

Os principais desafios do varejo

Muito se fala sobre crise. Mas, no Latam Retail Show, a discussão é: as dificuldades não se devem a crise e os negócios não voltarão ao boom do varejo. O mundo mudou e os negócios também. Quem estiver esperando a crise passar, e um novo boom, certamente não sobreviverá.

Outro ponto importante é conhecer o consumidor. Para isso, é fundamental medir o índice de eficiência, participar da transformação digital, e passar de uma empresa de dados para uma empresa de soluções. Estar em todos os pontos de contato com o cliente permite que diálogos se tornem negócios. Isso faz com que a loja física seja a conexão entre marcas e pessoas.

Outros destaques do evento

– O governador do Paraná, Ratinho Júnior, mostrou os números do varejo no Paraná, mas deu ênfase para o turismo no estado.

– Longevidade: poucas marcas ainda olham para solucionar as dores desse público. Esse consumidor tem alto potencial de consumo e, consequentemente, deve ser a “bola da vez” das empresas.

– Marcas próprias: permitem que as empresas tenham domínio da informação do consumidor.

– Marcas Macgyver : Resolvem problemas de forma muita rápida e simples. Atendem o consumidor e tem foco nele. Esse novo comportamento traz valor aos serviços que as marcas oferecem,o que simplifica a jornada.

– Simplificar: Palavra de ordem  – simplificar processos, formas de pensar e, principalmente, a jornada do consumidor.

– Encantar o cliente: Para isso, a empresa precisa ter um propósito. Se o profissional não se sentir importante e querido onde trabalha, não fará o cliente feliz.

Ecossistemas e o Consumidor

Esse tema é colocado como um dos mais importantes do momento. Durante o evento, a palestra “A terceira onda: como e porque os shopping centers estão investindo em vendas online” , as principais conclusões são:

Há três esferas dos ecossistemas do shopping:

  • 1ª esfera – Core business do shopping: a venda de produtos! Fazer conexão entre marcas e pessoas, mesmo fora do mall (físico);
  • 2ª esfera – O suporte virá dos dados: conhecer o consumidor, pois antes essa informação era apenas dos lojistas;
  • 3ª esfera – Serviços estendidos: o que sua imaginação permitir – forma de entrega, logística, entretenimento, áreas vips, eventos pagos, mídia. Vale também: novas forma de explorar a ativação dos clientes, parcerias, marketing e mídia convergindo dentro dos shoppings.

Matéria original publicada em: De olho no Mercado

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