Marcas faturaram R$ 9 bi em 2016; cinco das dez maiores redes de franquia atuam com alimentação

 

O bom e velho hambúrguer de fast-food já não é suficiente para encher o estômago dos adeptos da alimentação fora do lar. De olho no movimento crescente de consumidores em busca do equilíbrio entre o sabor e a saúde, as redes tentam adaptar seus cardápios a esse paladar.

“As marcas que ainda não estão atentas a isso deveriam estar”, comenta a diretora da consultoria especializada em franquias Grupo Bittencourt, Claudia Bittencourt. “A população tem se tornado mais consciente sobre a origem dos ingredientes e se o cardápio de um restaurante não inclui pratos sem glúten ou lactose, por exemplo, esse estabelecimento vai perder clientes”, crava a especialista.

O segmento de alimentação carrega a fama de figurar entre os mais rentáveis do franchising. Não à toa, entre as dez maiores redes do Brasil, cinco trabalham no ramo.

No primeiro trimestre deste ano, apesar do desempenho ser inferior ao registrado anteriormente pelo próprio segmento como um todo, as franqueadoras do setor acumularam faturamento total de R$ 9,9 bilhões, R$ 5 bilhões a mais em relação ao mesmo período do ano anterior. De olho nesse mercado, a marca de picolés artesanais Rochinha aderiu no ano passado à expansão por meio de franquias, com o apelo saudável. “Pelo menos 80% dos nossos produtos são feitos com fruta pura”, afirma o presidente da rede, Lupércio Rodrigues. “O coco é feito na panela todo dia, assim como era nos primórdios da marca. O cliente exige isso”, comenta Rodrigues.

Leia a reportagem na íntegra: Estado de S.Paulo

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